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KalyMinas — Sistemas Profissionais de Higiene e Limpeza

Mercado atendido · Belo Horizonte e Minas Gerais

Higienização para indústria farmacêutica e cosmética

Aqui a limpeza não termina quando o equipamento fica limpo: termina quando existe registro de que foi feita como o procedimento manda. Fornecemos o saneante regularizado, o sistema de dosagem e o procedimento escrito para CIP, desinfecção, espuma e áreas de apoio.

O que está realmente em jogo

Em planta farmacêutica ou cosmética, a limpeza deixa de ser rotina de apoio e vira parte do processo produtivo. Resíduo de um lote que permanece no tanque é contaminação cruzada no lote seguinte. Resíduo do próprio agente de limpeza que não foi enxaguado também é contaminação — e essa nem sempre aparece na inspeção visual.

O segundo fator é a prova. Nenhuma outra indústria que atendemos é cobrada com tanto rigor por documento. Não basta o equipamento estar limpo: é preciso mostrar qual produto foi usado, em que concentração, por quanto tempo, por quem e com que evidência. Um sistema de higienização que resolve a limpeza e não gera registro não serve aqui.

E há a janela. Troca de lote e troca de produto acontecem dentro de um tempo definido, quase sempre curto. Um protocolo que não cabe nessa janela não é seguido: é abreviado, e a abreviação é justamente o que a auditoria procura.

O que a norma exige de você

Para medicamentos, as diretrizes gerais de Boas Práticas de Fabricação estão na RDC nº 658/2022 da ANVISA. Para cosméticos, produtos de higiene pessoal e perfumes, a regra de Boas Práticas continua sendo a RDC nº 48/2013, referenciada pela RDC nº 907/2024.

As duas pedem a mesma coisa no que diz respeito a este assunto: procedimento escrito de limpeza e sanitização de instalações e equipamentos, com responsável definido, frequência estabelecida e registro do que foi executado. É esse conjunto — e não o esforço da equipe — que a inspeção avalia.

Os produtos usados precisam ser saneantes regularizados. A linha química que distribuímos é regularizada junto à ANVISA, e a documentação de cada item é enviada para a Garantia da Qualidade avaliar antes da compra, junto com a proposta técnica.

Onde a nossa linha atua — e onde não atua

Vale dizer isto antes de qualquer tabela, porque economiza tempo dos dois lados.

O que entregamos: o saneante regularizado, o sistema de dosagem que garante a concentração, o procedimento operacional escrito junto com a sua equipe e o treinamento de quem executa. É o insumo e o método da limpeza.

O que não entregamos: validação de limpeza. Definição de limites de resíduo, escolha do pior caso, método analítico, amostragem por swab e o relatório de validação são responsabilidade da sua área de qualidade, com o laboratório dela. Nossa parte é fornecer o agente com documentação e ficha técnica em ordem, para que o seu estudo tenha em que se apoiar — e para que a compra não trave na habilitação de fornecedor.

Área classificada de fabricação estéril tem exigência própria de sanitizante e de rotação de princípio ativo, e é avaliada caso a caso no diagnóstico — não por catálogo.

O sistema, frente por frente

Esta é a estrutura que dimensionamos, com as linhas Ecomaster que trabalhamos:

Frentes de higienização em indústrias farmacêutica e cosmética e as linhas usadas em cada uma
FrenteO que resolveLinhas usadas
CIP alcalino de tanques e tubulações Remoção da carga orgânica de linhas, tubulações, tanques e trocadores sem desmontar o equipamento. É a frente que decide o tempo de troca de lote. Master Force
CIP ácido e passivação do inox Incrustação mineral que o alcalino não remove, enxágue ácido e passivação da superfície de aço inox — o que mantém o equipamento liso e mais fácil de limpar no ciclo seguinte. Master Acid, Master Aditiv
Desinfecção de equipamentos e superfícies Duas químicas com perfis diferentes: peracético, que se decompõe sem deixar resíduo persistente, e quaternário de quinta geração, aplicável por pulverização, imersão e nebulização de ambiente. Master Safe, Master Killer 5, Master Barricade CL
Limpeza por espuma de áreas e equipamentos externos Sala de produção, parte externa de equipamento, estrutura e calha. A espuma aumenta o tempo de contato na superfície vertical, que é onde o produto líquido escorre antes de agir. Master Foam Alka, Master Foam Alka Powder, Master Brute CL
Superfícies sensíveis Alumínio, cobre, superfície galvanizada e tudo que não suporta cáustico nem cloro. Usar alcalino forte aqui não limpa melhor: corrói o equipamento. Master Spume, Master Power
Piso, parede e áreas de apoio Corredor, vestiário, expedição e administrativo. Piso tratado exige manutenção com detergente neutro próprio, sob pena de o tratamento sair junto com a sujeira. Master Universal, Master Bac, Master Neutral Ultra, Master Strong

As características e finalidades acima são as declaradas pelo fabricante. Quais produtos entram na sua planta, em que concentração, temperatura e tempo de circulação depende do levantamento da operação — e é isso que o diagnóstico define.

Cada produto citado acima tem foto e descrição do fabricante na página da linha: Linha AF&B. A higiene das mãos da equipe tem página própria: Linha Personal Care.

Por que a concentração importa mais aqui

Em qualquer indústria, dosar a olho custa dinheiro. Nesta, custa também o registro. Se o procedimento define uma concentração e ninguém consegue provar que foi aquela, a limpeza aconteceu, mas não é auditável — e, para efeito de inspeção, o que não é auditável não aconteceu.

Por isso a dosagem aqui não é acessório do sistema: é parte dele. No CIP, quem dosa é o próprio equipamento de circulação, com controle de concentração e temperatura, e o registro sai do processo. Na limpeza aberta, trabalhamos com gerador de espuma e central de diluição, que entregam sempre a mesma solução independentemente de quem opera. Dimensionar esse equipamento faz parte do trabalho: produto bem escolhido com aplicação improvisada não entrega resultado nem evidência.

Como implantamos

  1. Diagnóstico na planta. Visitamos a operação antes de indicar produto. Levantamos o que é CIP e o que é limpeza aberta, material das superfícies, sujidade predominante, dureza da água, janela de troca de lote e o que os procedimentos atuais já exigem.
  2. Documentação para a qualidade. Ficha técnica e comprovação de regularização de cada item vão para a Garantia da Qualidade antes da compra, junto com a proposta técnica — não depois.
  3. Sistema dimensionado. Definimos a química por frente, a concentração, a temperatura, o tempo de circulação e o equipamento de aplicação. O critério é tempo de equipamento parado e evidência gerada, não preço por litro.
  4. Procedimento e treinamento. Escrevemos o procedimento junto com quem responde pela área e treinamos a equipe por turno, incluindo o que precisa ser registrado a cada execução.
  5. Acompanhamento. Revisão periódica de consumo, de resultado e do procedimento sempre que mudar produto fabricado, equipamento ou equipe.

Perguntas frequentes

Os produtos têm regularização na ANVISA?

Sim. A linha que distribuímos é regularizada, e a ficha técnica e a comprovação de regularização de cada produto são enviadas no processo de habilitação de fornecedor, junto com a proposta técnica.

Vocês fazem validação de limpeza?

Não. Validação de limpeza — limites de resíduo, pior caso, método analítico, amostragem e relatório — é da sua área de qualidade. Nós fornecemos o saneante regularizado, o sistema de dosagem, o procedimento escrito e o treinamento, que são os insumos sobre os quais esse estudo se apoia.

Qual a diferença entre peracético e quaternário na desinfecção?

São perfis diferentes, e a escolha depende da superfície e do que vem depois. O ácido peracético se decompõe após a ação, o que reduz preocupação com resíduo persistente. O quaternário de quinta geração tem aplicação mais versátil — pulverização, imersão e nebulização de ambiente. Em boa parte das plantas os dois convivem, em etapas diferentes.

Atendem também fábrica de cosméticos e saneantes?

Atendemos fabricação de cosméticos e produtos de higiene pessoal, que seguem a RDC nº 48/2013. A estrutura do sistema é a mesma da farmacêutica: CIP de tanques e tubulações, desinfecção, espuma e áreas de apoio. O que muda é o dimensionamento, porque a sujidade de emulsão cosmética não é a mesma de um sólido oral.

O produto que uso hoje não sai da incrustação do tanque. É caso de trocar?

Nem sempre. Incrustação que resiste ao alcalino costuma ser mineral, e mineral responde a ácido, não a mais alcalino. Antes de trocar de produto vale olhar a alternância entre as duas químicas, a dureza da água e a temperatura de circulação — é o que o diagnóstico levanta.

Atendem fora de Belo Horizonte?

Atendemos Minas Gerais. A visita de diagnóstico e o acompanhamento são combinados conforme a distância e o porte da planta.

Diagnóstico

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Conte o que a planta fabrica e onde o protocolo aperta hoje — tempo de troca de lote, incrustação em tanque, exigência de documentação ou consumo acima do previsto. Um especialista responde com uma proposta de diagnóstico, sem compromisso.

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Outros mercados

Cada operação tem um protocolo

Trabalhamos o mesmo método em vinte segmentos. Estes são os mais próximos de quem opera planta regulada.